sexta-feira, 25 de dezembro de 2009

NATAL COM LIDA

Hoje é Natal, dia 25.  FELIZ NATAL PRA VOCÊ E SUA FAMÍLIA.

Estou na casa da praia. O dia está muito agradável, o sol não está de torrar e não tem vento na orla. Já caminhei 30min de manhã cedo, já vi o mar, já fui no super. Já fiz o almocinho, já lavei a louça. Meu marido agora está dormindo numa rede, bem descansado. 

Ah, como eu esperei por estes momentos! Dias em que a única preocupação é "o que vamos comer agora?" A pouco olhei bem pro meu banco imobiliário (a versão nova, que me permite por algumas horas ser a dona da Oscar Freire) e juro que fiquei com vontade de jogar. Minhas revistas de moda estão logo ali, esperando eu viajar nelas. Falando em viagens, trouxe o livro da Danuza Leão, ainda preciso ir pra Roma, lembra? Hummmm.... estou literalmente curtindo a vida sem TCC, trabalho, prazo, compras, solicitações... Perfeito, né?   

Oh, oh... o que é aquela pilha de roupas em cima da máquina? Se a gente chegou na quarta, como é que hoje já tem tantas pra lavar? Putz, daqui a pouco tenho que guardar toda aquela louça do escorredor. Ai, os quartos. Se eu entrar no meu vou enxergar a mala em cima da cama com as roupas todas por guardar ainda. Será por isso que Afonso preferiu a rede? Meus hóspedes já foram embora e os quartos ficaram desarrumados. Roupa de cama, toalha... outra máquina de roupa. Quer saber? Vou deixar aqueles panos de prato de molho mais um pouquinho. Não marido, não acorde pedindo um cafezinho porque saí da cozinha  a pouco! Praia pega poeira que é uma coisa de louco, hein? Não é poeira Dallen, é maresia. Tanto faz, tem que limpar igual. Banheiro tem que limpar todo o dia, louça tem que lavar/secar/guardar toda a hora.

Caramba, ser dona de casa é punk! Tem que ter uma disciplina que vou te contar. A gente escolhe trabalhar fora para mostrar que somos inteligentes e capazes, mas aí é que o serviço fica dobrado. Inteligênsia? Capassidade?

Tá, vamos por partes. Primeiro, ainda estou de férias e isso é bom. Segundo, a lida doméstica é totalmente diferente da rotina, então, deve exercitar alguma outra parte do meu cérebro... Terceiro, ainda tenho este blog pra me livrar da mesmice. Sim, porque pensar que alguém pode estar lendo o que eu escrevo é, no mínimo, animador.

Por fim, nada impede de eu ativar minha rede de relacionamentos e ver se encontro alguém disposto a  me indicar outro alguém disposto a lembrar que conhece alguém que estaria interessado em ser minha diarista na praia. De vez em quando, né? 

Tá, vou fazer isso, mas antes ainda vou fazer um café pro meu excelentíssimo marido que acabou de acordar.

;*

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Sim sim, Não não


Dezembro está aí e nossos corações fervilham! É incrível como acumulamos mais e mais tarefas justamente nesta época do ano. Um aprendizado bom, entretanto, surgiou em meio ao tumulto e eu realmente sou grata por ter conseguido captá-lo. E todos os dias desde então eu tento me corrigir quando me pego fazendo isso. Explico:

Sabe quando você faz uma pergunta simples optativa e alguém responde 'não sei' ou 'tanto faz'? Eu não tinha me dado conta mas este é o tipo de resposta que coloca o mico no ombro da gente. Porque se a pessoa responde 'tanto faz' é você quem precisa decidir por ela. Some-se milhares de pequenas decisões ridículas durante o dia e o final dele é um cansaço mental sem tamanho. Cansaço este que ocorre não exatamente por causa das decisões mas por causa da dúvida que se estabelece.

A dúvida tem a capacidade de nos deixar apreensivos enquanto a gente acredita ou desacredita, faz ou não faz, vai ou racha, casa ou compra uma bicicleta. Muitas pequenas dúvidas juntas causam irritação, cansaço mental, encheção de saco e vontade de sumir (citação minha mesmo). Comecei a me dar conta do quanto isto é ruim quando perguntei ao meu irmão se ele almoçaria conosco e ele disse (já entrando no carro):
- 'Não sei ainda', e saiu sem esperar que eu perguntasse de novo. Uma coisa simples, né? Se ele vem ou não vem tanto faz, certo? |Mas se eu não preciso me incomodar com isso por que em seguida eu estava em dúvida sobre quanto de carne eu deveria descongelar? Lá estava ele, o mico no meu ombro fazendo pirraça...

Outro dia pedi à empregada que fizesse a lista de produtos de limpeza faltantes e ela escreveu 'venixi'. Esperta do jeito que sou fui logo procurar o tira manchas. Chegando lá me deparei com um milhão deles: em pó, granulado, líquido, pequeno, grande, médio, mágico... E eu só precisava tirar uma manchinha! Não tive dúvidas, liguei pra ela e fiz a pergunta mais óbvia: 'Qual?' E sabe o que ela me respondeu? 'TANTO FAZ.' Veja bem, a pessoa mais credenciada para resolver a questão passou o problema pra mim! A dúvida logo martelou: ligo pra minha mãe? Leio todos 2.225 rótulos?

Há um sem fim de exemplos que eu poderia escrever, mas em suma: aprendi que devo ser objetiva nas minhas respostas, porque isso facilita a vida dos outros e a minha. Quando tanto fizer, vou escolher uma opção, pôxa. E quando não souber realmente aí vou dizer 'não posso', 'não é comigo', 'não dá', sem iludir alguém que talvez um dia eu vá me coçar... E quando souber vou dizer 'sim' sem dar meio mundo de explicações. Certa ocasião, uma pessoa (legal, não vou dizer qual é o grau de parentesco) foi questionada e eu sei que ela resolveria o problema se apenas dissesse 'sim, eu sei', ou 'sim, posso fazer' ou 'claro, deixa comigo.' Só que ao invés disso ela contou uma loooonga história pra boi dormir e chegaram todos  a conclusão de que ela não era capaz. Caramba, aquilo me marcou.
Mas bom é aprender com os erros alheios, certo? Como disse Paulo "aquele que está em pé, cuide para que não caia." E eu sou a primeira desta lista, ah se sou.

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Fazendo as malas

Oi pessoal, só pra constar, vou ter q formatar meu computador. É a morte, não? Isso tudo em meio ao andamento do TCC! Tudo bem, já me conformei. ;)

Então, passei rapidinho pra falar de um livro que estou lendo. Fique tranquilo, não é de comunicação nem de saúde. É pra desopilar mesmo. Chama-se "Fazendo as malas" da Danuza Leão. Ganhei do meu maridinho lindo; enquanto ele viajava pensou em mim, q fofo... (pausa/silêncio/ruga na testa)... Teria eu que me peocupar com alguma mensagem subliminar?

Queira ele me ver longe ou não, estou gostando da história. Nada mais é do que o relato da viagem da autora por quatro 'cidades essenciais': Sevilha, Lisboa, Paris e Roma. Já li as duas primeiras e acabei de ler Paris. Hoje à noite eu chego em Roma. 

Basicamente ela fala de suas experiências e gostos pessoais nas cidades e, de quebra, dá preciosas dicas de visitação e cultura. E compras! O que eu estou gostando na sua narrativa é a forma despretensiosa com ela cita os fatos, sem muita fita, sem papas na língua, sem frescura mesmo, sabe? E faz isso sem denegrir a imagem de ninguém. Ah, sim, ela fala da decadência das grandes maisons francesas, mas aí é só conferir nos desfiles de moda pra ver que ela tem alguma razão. O que diz? Por exemplo, que a Vuitton se tornou um luxo banal, não no preço, mas na vulgaridade absoluta. Uma loja onde se encontra tudo o que se possa imaginar com as iniciais LV é o fim! E aquela bolsa - supra sumo da não-criatividade segundo ela - onde pegaram todas bolsas ícones já feitas pela grife, deceparam pedacinho por pedacinho e juntaram tudo numa nova bolsa? A coisa mais horrenda que já viu, a módicos 50 mil dólares... Pior que eu assisti no GNT há um tempão atrás, todo o 'processo criativo' do Jacobs para criar esta bolsa. Confesso: na hora achei rico, super diferente, genial. Agora penso: putz, será que aquele 'diferente' significava 'horrendo'? Bom é que pro Marc (super íntimo!) isso não faz A MENOR diferença.

Bem, quando acabar Roma eu volto aqui e conto o que verei por lá...

Dizem que ler é viajar. Eu assino em embaixo e me inspiro toda!

Bjo.   

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Trovejando




Vírus de computador! Soa familiar? Revoltante, né? Em pensar que tem gente perdendo um tempão pensando em como atrasar a vida alheia. Quem são estas pessoas? Por que nunca são pegas? Por que nunca vêm à tona? Seriam os tais hackers? Seriam os traficantes diretamente do morro? Os presidiários de suas celas? Os pombos correios de porto Alegre que levam celulares até o presídio? Só consigo imaginar os maus bolando este tipo de coisa. Onde estão os nerds bonzinhos dos filmes americanos?

Como estou recém me 'desanalogicando' (termo do profº Dado - ESPM) não entendo muito bem como estas coisas não são barradas a tempo. Quisera muitas estratégias de guerrilha das marcas se transformar em um viral assim: em questão de 30 segundos, 80% da minha lista de contatos havia recebido um suposto e-mail meu com fotos anexas. Coitado dos meus amigos que abriram. A estes, peço publicamente perdão. 

E perdão de novo por ficar quase 02 semanas sem escrever - um pouco por culpa do virus, mas só um pouco ;) e quando escrevo é para trovejar deste jeito. Mas se você já pegou um vírus vc entende a indiguinação. Ficar um tempão sem net por causa disso então, é muuuuuito irritante!


Só pra descontrair... o post tá mto pesado, hehehe

Mas será que devo me irritar com o cara que instalou o antivírus?  Ai, ai, ai... deve ser uma máfia, igualzinha a dos seguranças na praia. Eles mesmos devem ter instalado o 'ladão' para eu ter que chamá-los novamente depois do 'assalto'. Caramba!

Pronto, comecei a viajar. Justo quando estava começando a pensar que entendia um pouquinho... Bem, obrigada pela paciência. Agora preciso desligar a máquina e passar o antivírus de novo.

Alguém aí conhece um bem potente?

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Rio Branco/Jaguarão: agora tá valendo a pena

Este findi estive na fronteira com o Uruguai, em Jaguarão/Rio Branco. É um lugar de compras que, segundo meu olhar, tem melhorado muito nos último anos. Como gosto de alardear o que é bom, vou tecer algumas observações, na esperança de que sejam úteis para algum interessado de plantão.


Comprei todos estes ;) O quê? achou esta imagem igualzinha no Google? Tsc, tsc, tsc... como eu faço pra processar? :P
Por ser pertinho da capital, umas 3h, no máximo, tínhamos o hábito de ir e voltar no mesmo dia, até porque os Duty Free's disponíveis não eram lá essas coisas. Era pá pum e estávamos prontos. Na bagagem: vinho, azeite de oliva, queijo e um que outro perfume. Mas a cena está diferente. Outros Free Shops abriram e observei alguns em construção ou reforma, sinalizando mais novidades em breve. As opções para almoço estão melhorando também. Antes a gente atravessava a fronteira só para almoçar no Brasil porque os locais disponíveis eram de acabar com a fome de qualquer um. Antes de saciá-la, claro. Na volta, sempre o mesmo comentário: em Riveira é melhor! No meu caso, apesar das 7h de viagem necessárias para chegar neste 'lugar melhor', o que contava muitos pontos era o Cassino, atividade legalizada no Uruguay. Não por mim, né? Nem sei o que fazer com tantos dados. Mas o maridão não se importava em dividir a direção comigo só para ter o prazer da mesa à noite. Mas agora, maridos, fiquem espertos. Está para abrir um cassino também em Rio Branco, e pelo visto, até o final do ano. Depois disso tenho certeza de que Riveira perderá muitos fãs.

Tantas melhorias pra quê? Pra gente gastar mais. Ponto pra região da fronteira, que durante muito tempo era vista apenas como o lado pobre e esquecido do Brasil. Eles entenderam que podem se transformar em um pólo turístico com o boom das 'lojinhas' uruguaias, embalados pela estabilidade financeira do país. Agora a gente dorme por lá (no Brasil, né? Los hermanos ainda não estão atrativos a este ponto), sai para jantar à noite e divide as compras em dois dias. Pergunta: o que sobra pra comprar no segundo dia? Só bagulho. Dos que engordam, não dos que viciam. Imagine chegar lá pelas 10h (saindo às 7h de POA) e caminhar o dia inteiro, entrando de loja em loja. Haja alfajores e doce de leite pra tanta gente procurando no quê gastar!

Mas antes que alguém me chame de 'fiteira' (aprendi esta expressão com a D. Velaine. Significa alguém que conta muitas vantagens, argh!), encerro dizendo que o que vale mesmo é a companhia, o folclore, o programa. Bons amigos são mágicos capazes de transformar um legítimo PI* numa experiência desopilante e divertida. No fim das contas pouco importa a marca do vinho ou do perfume que vc comprou. Importa mais a ocasião em que vai usá-los, porque a companhia, a amizade, a troca que temos quando estamos junto aos amigos é o que de fato acrescenta em nossas vidas. O perfume e o vinho acabam e cedo ou tarde serão substituídos. Os amigos verdadeios não. Pelo menos não com a mesma frequência.

Ah! A pousada que ficamos vale um post. Mas outra hora.
Beijo.

* PI = Programa de Indio

domingo, 18 de outubro de 2009

A MODA VENCEU A ENQUETE


People, fiz uma enquete há um mês trás, exatamente quando comecei meu blog. Queria sentir o que os leitores teriam vontade de ler, afinal, esta é a era da interação. Bueno, o assunto vencedor foi MODA, com 85% dos votos. O segundo ficou com COMUNICAÇÃO, com 57%. ENTRETENIMENTOSAÚDE vieram em seguida empatadaos com 14% (quando a gente coloca em % tudo fica maior, parece que um mooooooonte de gente votou, hehehehe). Obrigada aos 12 que clicaram e votaram, coisa fofa.


Breve colocarei mais novidades aqui, mas só depois de entender o Google Analytics... is not easy! A propósito, se alguém puder me dar uma dica de como instalar, PLEASE, talk to me. Sempre que vou ler as instruções me dá um sono... Coisa da minha geração (boa desculpa). Báh, um pouquinho depois (nem tão pouquinho assim, vai) e eu já seria parte da geração Y, a geração que já nasceu plugada, coisa boa. Mas como só o Brad Pitt 'Button' consegue voltar no tempo, o jeito é correr atrás da informação e buscar entender como cada uma me pode ser útil.


Vou lá então, mas não prometo nada. Não hoje.
Boa noite. :*

terça-feira, 13 de outubro de 2009

HELP MY MIND!

Olha eu: fiquei alardeando pra todo mundo que "há duas semanas e um pouquinho eu não escrevo no blog!" e agora, quando sentei pra escrever vi que fazem apenas 08 dias... 01 semaninha praticamente. Cadê a noção do tempo?

Já usei muito a expressão "fulano tem o dedinho na tomada" quando queria dizer que tal pessoa fazia um bilhão de coisas, do tipo que a gente se cansa só de ver. Pelo visto, de tanto falar, acabei eu metendo os dedos numa central... Olha bem, no Twitter - canal onde a notícia mais atualizada já está velha - postei uma mensagem como se hoje fosse ontem, pode? Na agenda física (sim, sou do time que ainda usa e recomenda) me dei conta tarde demais de que estava marcando tudo no dia errado. Fora da casinha... Claro que um feriadinho como o de ontem, em plena segunda-feira, ajuda a embaralhar as idéias.

Mas a gente sempre pode piorar uma situação, não é? Eu fiz isso. Na sexta-feira consegui esquecer meu celular em Osório, cidade onde trabalho uma vez por semana. Esvaziei a bolsa várias vezes e procurei embaixo dos bancos do carro, na esperança de encontrar meu fiel escudeiro. No caso, estúpida esperança. Você já experimentou passar um fim-de-semana sem celular? Nem queira. Não que eu seja muito solicitada, aliás, pelo contrário. Minha cunhada, que veio a Novo Hamburgo e gentilmente me trouxe a 'encomenda', ainda brincou dizendo que eu andava muito 'pouquinha' (é a vida). O problema é você querer ligar para as pessoas e não saber nenhum número de cabeça (cadê a utilidade da agenda física agora, hein?!).

Vou parar de listar meus esquecimentos e pequenas confusões, porque de grão em grão... Daqui a pouco eu mesma me demito. Mas em compensação ("fale bem do seu cavalo"),  vou contar-lhes o que fiz hoje para melhorar esta chatésima situação. Retomei minhas consultas com a nutricionista ortomolecular ("pode por bastante ginseg na fórmula, por favor?") e fui cedinho pra academia como há uns 02 meses eu não ia (ou seria apenas 01? Teria eu ido no feriado? Que dia é hoje?).  E ontem, feriado do Dia das Crianças, depois de uma tarde de muita correria atrás da Alycia, minha 'neta' fofa de 01 ano e 04 meses, usei boa parte da minha noite para aprender Sudoku, um jogo de lógica numérica indicado, entre outras coisas, para prevenir sintomas como o esquecimento. Quem me ensinou? O Rei das Palavras Cruzadas, meu marido. Ele tem uma paciência, que eu confesso a  vocês, invejo.

Bem, se você se sensibilizou de alguma forma com este 'autorrelato', é porque provavelmente já se encontrou ou se encontra em situação semelhante, do ponto de vista da memória falha. Se você balançar a cabeça positivamente já me darei por satisfeta, não estou só!

Mas a boa notícia é: nem tudo está esquec... ops, perdido! A memória é um fenômeno biológico e psicológico que envolve vários sistemas, por isto atividades físicas e cognitivas como as que citei são fundamentais.  Há outras cositas que eu pretendo fazer e que você pode fazer também sem gastar um centavo:
  1. Aprenda algo novo (sudoku?). Escolha uma área de que você gosta, música, artes, tecnologia, etc., e voilà!
  2. Procure relaxar (ouviu Dra. Dallen?). O trabalho nosso de cada dia geralmente traz consigo estresse, ansiedade e agitação, dificultando muito a capacidade de manter a atenção e prejudicando a memória.
  3. Mantenha uma dieta equilibrada. Minha nutri diz que o equilibrio das refeições é fundamental. Ou seja, diga NÃO aos excessos em frituras, caboidratos, sódio, etc. Frutas e legumes bem-vindos. E água, muita água.
  4. Se não for à academia, caminhe na rua, no parque, alongue-se. Atividades físicas têm comprovado efeito benéfico para a conservação da memória, além de todos aqueles outros que você já conhece.
  5. Por último, boa noite. Isso mesmo, durma bem. Uma boa noite de sono é reparadora e ajuda na concentração no dia seguinte!

Bom, era isso. Se eu esqueci de alguma coisa me perdoe. O sudoku de ontem e a caminhada de hoje ainda não fizeram assim tanto efeito.
:)